2 de agosto de 2011

Coisas da vida

Eu acho que na medida do possível, a gente tem sempre que se jogar de cabeça. Mesmo morrendo de medo a gente tem que ir lá ver como que é, o que é que tem, no que vai dar. Na medida do possível, a gente acaba sempre se jogando de cabeça, e com algum tipo de fé que eu ainda não sei explicar. Não sei como aparece e nem de onde ela vem. A gente pula e pensa "Bom, agora é com você vida. Tomara que tenha coisas boas para mim". E se não vierem coisas boas o tempo ajuda, porque a gente sempre acerta alguma coisa em cada pulo. Sempre.

2 comentários:

Fernanda disse...

É aquela sensação de 'se eu não fiz eu fico pensando como seria se tivesse arriscado'. Temos sempre que arriscar e se der errado, seguimos em frente!

Lucas Rodrigues disse...

Pois é, talvez eu tenha que me jogar mais de cabeça e "pular" mais. É clichê, mas é verdade. Quem não se arrisca, não petisca. Mas o orgulho não deixa. Como aceitar um não? Por enquanto, vou trabalhando isso.